Segundo informou a Exame, a Rainha Elizabeth II resolveu aproveitar o bom momento dos vinhos ingleses e decidiu plantar um vinhedo dentro do castelo de Windsor para produzir seu próprio espumante! Serão 16.000 mudas de Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay, cepas típicas de Champagne. A empresa responsável pela empreitada é a Laithwaites. Leia a matéria da íntegra, aqui.
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Louis Roederer é uma marca conhecida pelo champagne de mesmo nome e pelo renomado champagne Cristal. Desde 1982 a empresa se instalou na terra do Tio Sam, mais precisamente na A.V.A. (American Viticultural Area) Anderson Valley (Mendocino), para criar o Roederer Estate.
Após beber seu espumante californiano brut rosé (sem safra) só confirmei mais uma vez como o savoir-faire é importante. Terroir determina muita coisa, mas se o homem não aplica seu conhecimento de nada adianta. E a Maison mostrou que sabe fazer espumantes, seja lá onde for.
Feito de 60% Pinot Noir e 40% Chardonnay, o produtor prepara uma pequena porção de Pinot Noir de maceração mais longa que é adicionada antes da segunda fermentação para que ele ganhe uma cor coral especial.
Quanto a degustação, ele tinha essa cor coral alegre, com aromas de frutas vermelhas onde se sobressaiu o morango. Na boca, muito equilíbrio e frescor. Especulou-se se este frescor não viria do fato da propriedade estar próxima ao mar, onde há uma grande amplitude térmica e um frescor característico. Pensando sobre o que o difere dos champagnes (espumantes franceses), chegamos a um “calor” e uma generosidade na boca que o champagne não tem e que não é derivado do álcool (12%). Uma sensação agradável e calorosa que fica na boca e nos lábios.
Um espumante muito gostoso e bem vinificado. Eu diria que é um bom negócio pelos US$27 que ele custa.




